Pra encurtar o assunto: retomada das postagens. Vergonhosamente, mais de 6 meses após a última. E (re)começamos mal, com a repercussão de uma notícia nada agradável --
a morte de mais um ciclista. Porém, dessa vez, dada a situação social da vítima, dedica-se mais tempo na mídia. Infelizmente, e como sempre, sem que se trate os fundamentos do problema: a fiscalização e a responsabilização dos motoristas. Não falo em educação pois obrigatoriamente (é o que se espera) todos os motoristas recebem informação e são testados quanto ao conhecimento das leis. Este ponto está (é o que se espera) coberto.
Depois vem a responsabilização. Ainda sobre as multas, pela complexidade das normas de autuação -- quem pode, quem não pode, amarelinho, marronzinho, radarzinho -- há muitas possibilidades de recurso (esta sim,
uma indústria). Mas o pior vem quando a gravidade é maior. Quando ocorre uma morte,
o motorista não é devidamente punido.
Não acredito que vá ser diferente no caso desse último fato (noticiado). Empresário ou não, creio que a morte de Antonio Bertolucci não vai pesar demasiado no curríclo do motorista que conduzia o ônibus que o atropelou.
E as 'otoridades'? Ouçamos a análise lúcida de Renata Falzoni: